A LAVRA: FOGO
refutando com palavras (por que não
com atos violentos?), lavras
de fogo e água de beber
(envenenada), se causam espécie nos mais e nos menos
favorecidos, melhor é tirar proveito
do silêncio, arguindo no proscênio das ruas
a omissão ferrenha das leis, a ablução diária
numa pia com água suja - que o poema sujo da água
é a sede
Foto e poema: Darlan M Cunha
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