Pular para o conteúdo principal
Museu do Ouro // Gold Museum // Museo del Oro - Sabará, MG, Brasil

Mas não tive certeza de quem eu era e de quem eu seria depois daquele tempo retirada [...]

Excerto do livro "Constelação de Ossos" (página 59), da escritora BÁRBARA LIA.
O Blog da BÁRBARA: http://chaparaasborboletas.blogspot.com.br/

Foto: Darlan M Cunha

Comentários

  1. Darlan,

    Sempre uma alegria ser publicada na tua página... Obrigada! A poesia segue, segue o meu amor por Minas Gerais e o carinho poético nesta partilha de belezas... Abraços..

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Bem-vindo, Bem-vinda // Welcome // Bienvenido

Postagens mais visitadas deste blog

alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha