Amigo, feliz em ver minha (amadora) foto ilustrando um poema tão suave. A minha casa é a sua casa. Portanto use e abuse. Você tem passe livre. Beijão. : )
Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha
Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha
Certos bichos não se abrem nem com eles mesmos, sendo ao mesmo tempo o nunca e o nada, decididos a cavar minas e rinhas e tísicas, de modo a que algum dia talvez tenham a sensação de não se terem graduado em vão. - Darlan M Cunha
Amigo, feliz em ver minha (amadora) foto ilustrando um poema tão suave.
ResponderExcluirA minha casa é a sua casa. Portanto use e abuse. Você tem passe livre.
Beijão. : )
Também gostei muito do teu blog ,lindão, vou voltar com tempo para as leituras.
ResponderExcluirbeijo