foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...
erva boa é o poema. se bom como este, não deixa de ser susto. não, susto não. espanto.
ResponderExcluirHehe... muito obrigado, MARIANA.
ResponderExcluirTenha uma ótima quinta-feira.
Darlan
me escreve um email! tenho um grande amigo de medina que mora em bh, será que você conhece?
ResponderExcluirBom... difícilmente, mas gostaria muito de conhecer pessoas de lá. Sem dúvida.
ResponderExcluirMandei-lhe um email.
Abraço, obrigado pela gentileza.