Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha
Eu sinto muito mesmo e realmente não esperava por essa notícia. Lá no fundo eu tinha esperanças que ela ia voltar a ser como era.
ResponderExcluirSei o quanto dói e sei o quanto a saudade vai ser bater forte.
um beijo
Obrigado, ZANA
ResponderExcluirAbraços.
Darlan