foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...
AMIGAS e AMIGOS,
ResponderExcluirembora o PALIAVANA inicial não tenha sido desativado, em que pese os problemas recentes nele aparecidos, após 13 meses de trabalho (trava, causa perda de parte de posts, muda o tipo de fonte, fez desaparecer um post recente inteiro...), vi-me na contingência de continuar aquele trabalho aqui, no paliavana4.
Mesmo sendo leigo no assunto, estou tentando resolver a situação.
GRATO, MUITO GRATO MESMO.
Darlan M Cunha
Aeeee, agora sim!!!
ResponderExcluirTá tudo lindo, tá tudo funcionando bem! Parabéns!!
Gostei do template novo também!
Já vou consertar o seu link!
abraçã0!
Zana
ZANA,
ResponderExcluirnota 11, sempre, para você.