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DESDE QUE













TEMORES & DESTEMORES

Aqui a culatra sai pelo que foi e não foi dado. Entenda: por um lugar não usual quando se fala de racionalidade, mas usual quando se fala de sua contrapartida – o que é o comum. A estupidez grassa, medra, está em constante movimento, involui ao evoluir, e isto lembra-me algo assim como o destino das estrelas e galáxias, do universo, ou seja, fadado a se expandir e, depois, a se encolher até desaparecer. Mas será mesmo que a estupidez terá a grandeza de auto avaliação algum dia, ainda que distante este dia, ainda que além lá de anos luz ?


DMC

Foto:Sarah-Jane Lynch


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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha