Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha
oi!
ResponderExcluircheguei seguindo seu rastro...rs
li seus versos. acho que você doma as palavras.
bonito demais!
(obrigada pela visita, e vi muitas Minas aqui tb...)
Hehe... sim, a felicidade existe: é uma visita da MARIANA.
ResponderExcluirMuito obrigado, Garota.
Darlan