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DIE GEDANKEN SIND FREI
















SIM, OS PENSAMENTOS SÃO LIVRES
Lembrei-me agora de madrugada deste ditado popular muito valorizado pelo povo alemão, e me lembrei da força da verdadeira amizade. Já escrevi sobre isto nas minhas Páginas na WEB, sim, já disse que a amizade é mais forte do que o chamado "Amor", até porque a Amizade engloba, retém, persiste, vive do e com o próprio Amor - sem maiores ou menores interesses mesquinhos.

Claro que sei que, por Natureza, todos nós somos interessados... e aqui eu até concluo com a terrível frase de FIODOR DOSTOIÉVSKI: "Todos nós somos culpados de tudo."

Foto e texto: DARLAN (Na foto, meus amigos Élcio e Alfredo. BÊAGÁ)

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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha