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SABEMOS DAS NOSSAS FALÁCIAS ANTIGAS, AINDA E SÓ ISSO...
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« L’Enfer, c’est les autres »
Sommes-nous toujours prisonniers du regard des autres ?



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My shotty memory sometimes makes me a lousy story-teller. I admire people who can tell good stories. It’s a gift. I was raised by shy parents, that didn’t help me in this area. Maybe I shoud join toastmasters.

FROM blog of ssurronder
http://www.43things.com
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Si, nessun problema con i guardiani.
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Sentia-me num daqueles felizes estados de espírito que são exatamente o oposto do ennui; estado de espírito da mais aguda apetência, no qual os olhos da mente se desanuviam e o intelecto, eletrificado, ultrapassa sua condição diária [...]

EDGAR ALLAN POE. O homem na multidão.
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“A espécie humana – a única – está em vias de extinção, e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta.”

JORGE LUÍS BORGES. a bIBLIOTECA DE bABEL.
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Ninguém nos apresentou – nem o Borges a mim, nem eu ao Borges (menos ainda ao Outro Borges). Conhecemo-nos há muito tempo, cada qual tecendo e / ou desfiando a sua insônia cruel da lucidez, ou a sua lucidez cruel da insônia.

DMC
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A PICTURE IS WORTH A THOUSAND WORDS
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calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  
foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...