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Canhoto da Paraíba
(o violão brasileiro tocado pelo avesso)





AS A LIVE THING

The guitar is the most-played musical instrument in the world. Here, there and everywhere. Canhoto da Paraíba is a master of the brazilian music.
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DISSERAM:

"Intento atrapar las cosas más lejanas..."
(Maitena, cartunista argentina)
"São complicadas as emoções de quem sofre abuso sexual."
(Teri Hatcher, atriz, EUA)
"E um incêndio amarelo e provisório incendiou o coração."
(Egberto Gismonti, músico Brasil)
"Isso é o que caracteriza um escritor, né ? Ele vê ângulos característicos numa história."
(Moacyr Scliar, escritor, Brasil)
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Poesia de
Darlan

O pensamento magoa os feixes
que atam o que de melhor se pode

ter, e por isso não se peja de jogar
pedras nem de devorar a carne

da semântica a dizer-nos o que
não queremos e a cobrar-nos juros

tecendo sombras e limo na construção
dentro da qual tu ardes ante alguma

passagem.
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Caricatura de Canhoto da Paraíba: Elifas Andreato


Comentários

  1. É muito bom ler textos inteligentes deste poeta Darlam. E como algo vivente, que viva o violão, deste canhoto da Paraiba, e do nosso rei Renato também.Bom ver pensamentos do Moacyr Scliar, e também sentir inveja da casa do seu amigo Ricardo Cerqueira( mando abraço pra ele)Fiquei impressionado porque; sendo mineiro
    ha tantos, tantos, tantos anos, não sabia de Catas Altas.MG.

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  2. É isso aí, caro amigo Manoel. Uma hora dessas a gente pega a estrada e... ai ai ai do bom vinho daquelas paragens (de jabuticaba tá bom ?)
    Um abraço, e obrigado pela visita.

    ResponderExcluir

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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha