mudança * De repente, de modo suave, você se lembra de quando chegou à cidade grande para continuar a estudar, depois veio o Exército, o emprego federal, mochila e violão nas costas, enfim, uma infinidade de erros, de riscos e risos, o amor que rói os tigres, de acordo com um livro cubano, se não me falha a memória com centenas de livros, se não milhares, sim, de repente, você pensa nas pessoas mudando de casa e de cidade, de postura perante a vida (uma luta difícil); quando se muda de casa, vai com a gente uma dupla sensação: de alívio, e de peso pelo que se viveu, a visão a partir da janela, tiques de vizinhos, uma praça e uma pessoa amiga com a qual foi possível conversa de gente grande. Neste momento, pessoas estão carregando ou descarregando móveis, apreensão e entusiasmo, que a vida é breve. *** Darlan M Cunha
ah, queria muito visitar a Bienal! É minha primeira vez em seu blog; o encontrei através do blog da Fernanda Jimenez. Ótimo o seu espaço, parabéns!
ResponderExcluirRosângela,
ResponderExcluirmuito obrigado por sua visita, pelo elogio à minha modesta Casa Paliavana4 (Paliavana é nome de orquídea, o número 4 é o número que tive de colocar, após fracassos técnicos nas anteriores Paliavanas - fracassos técnicos sanados pelo Blogger.
Volte sempre. Quando tiver um tempinho, visita-me também no Flickr, no Multiply, no Wordpress. A Fernanda Jimenez é uma beleza de pessoa, que se tornou, para a minha alegria, uma frequentadora e até divulgadora do meu modesto trabalho, do meu modo de pensar...
Aquele abraço.
Darlan