foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...
ah, queria muito visitar a Bienal! É minha primeira vez em seu blog; o encontrei através do blog da Fernanda Jimenez. Ótimo o seu espaço, parabéns!
ResponderExcluirRosângela,
ResponderExcluirmuito obrigado por sua visita, pelo elogio à minha modesta Casa Paliavana4 (Paliavana é nome de orquídea, o número 4 é o número que tive de colocar, após fracassos técnicos nas anteriores Paliavanas - fracassos técnicos sanados pelo Blogger.
Volte sempre. Quando tiver um tempinho, visita-me também no Flickr, no Multiply, no Wordpress. A Fernanda Jimenez é uma beleza de pessoa, que se tornou, para a minha alegria, uma frequentadora e até divulgadora do meu modesto trabalho, do meu modo de pensar...
Aquele abraço.
Darlan