Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

enleio de sentidos e sentimentos
ResponderExcluirObrigado, Sonja. Há teias e teias.
ResponderExcluirAquele sábado e domingo.
Darlan
Amei seu Blog!! Ealista,sincero e transparente.Te convido a conhecer o Compartilhando as Letras
ResponderExcluirhttp://www.compartilhandoasletras.com
Ah!!! encontrei seu blog no da Rosângela Neres
SONIA REGLY,
ResponderExcluirfiquei muito emocionado por sua visita, e pelas palavras gentis. A Casa é sua, e, como tal, volte sempre.
Boa segunda feira.
DARLAN