Pular para o conteúdo principal
ENTRE
















PÃO DE QUEIJO & TUTU A MINEIRA, CORDAS & MINÉRIOS.
*****

ACERCA DE UMA EXTENSÃO MENTAL: "MANUEL, O AUDAZ"

Cada vez que ouço esta canção, vem-me à mente a percepção sempre mais aguçada a respeito de como certas canções (poucas) “entram”, melhor, mostram imediata e definitivamente a psique da gente e do Tempo desta mesma gente que, em primeira e última análise, a escreveu. Viajar é mais...

Esta canção de nome Manuel, o Audaz , carrega consigo o pó de ouro das legítimas amizades, o diamante das esquinas, o rubi dos beijos... testemunha viva do tempo de ler, do tempo em que se emprestava até escova de dentes ... hehehe, sim, pode rir comigo, do tempo de sair para dentro de si mesmo. Se já nem sei o meu nome...

Isso foi ontem ? trasanteontem ? Foi agora mesmo. Sempre. Lágrimas ? Sim, claro.
DARLAN M. CUNHA
(Belo Horizonte. Ex-morador na Floresta. Sta Teresa, Horto, Sagrada Família, ou seja, de ver o "Clube da Esquina" nascer).
*****
Vídeo com TONINHO HORTA & ORQUESTRA FANTASMA (Manuel, o Audaz):
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=305275
*****
Foto: http://toninhohorta.blogspot.com/
(Maria Valéria Bethonico)
*****

TONINHO HORTA E A ORQUESTRA FANTASMA (Lena Horta, Yuri Popov, Nenê & Convidados) tocam hoje, 17 junho, às 21h, no SESIMINAS, em BEAGÁ.

Comentários

  1. Oi Darlan!

    Obrigada pelo post e pela divulgação do show de Toninho Horta, que merece bastante!
    É Minas linda, sempre!

    Beijos,
    Maria Valéria.

    ResponderExcluir
  2. É isso aú, VALÉRIA.
    Obrigado pela vista. Um abraço.

    Darlan

    ResponderExcluir
  3. belissimo post - parabens

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Bem-vindo, Bem-vinda // Welcome // Bienvenido

Postagens mais visitadas deste blog

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  
foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...