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E a vida ia entre os muros e as paredes...

(Egberto Gismonti. Água & Vinho)









DISSERAM:

1. Para a pessoa ser saudável, é preciso que ela tenha uma cabeça boa. Conheço pessoas que são assim muito certinhas e tal, mas que não têm muita cabeça [...] , embora este conceito de "cabeça boa" seja até vulgar.
Dr. Elias Knöbel, Chefe do CTI do Hospital Israelita Albert Einstein, SP

2. Com a fotografia digital, não há mais contemplação.
Carol Reis, fotógrafa (MG)

3. Se faz Política porque se pensa em mudar as coisas. Eu lhes aconselharia (aos jovens) a não aceitarem a insensibilidade... e há que evitar que toda uma geração caia neste logro (o da insensibilidade).
Jean-Claude Jüncker, político belga


4.
Com nosso sangue e carne construiremos uma nova grande muralha...
Trecho do Hino da República Popular da China
******

Poema de
Darlan
ID & SUPEREGO

O jeito desta sombra é o de não se conformar
assim amarfanhada, ou rígida, em qualquer postura
que não seja a que ela mesma
escolha, revolvendo entre os dedos do sol

as circunstâncias de ser somente uma acompanhante.

A sombra não cai assim, sem mais nem menos, não deixa por nada
a sua percepção dos movimentos vindos em sua direção, não
a sombra quer viver

vida própria.
******
Imagem: ROSANA PRADA

Comentários

  1. A minha querida amiga LI STODUCTO (Palavras Tortas, Em Desalinho, Letra de Corpo, Conversa de Botequim...), de dentro das montanhas e do mar do Rio de Janeiro, enviou-me e-mail a respeito do "carrossel de imagems" aí embaixo, hehe...
    Tomo a liberdade de trascrevê-lo aqui, e responder a esta pessoa espantosa em sua alegria e solidariedade:

    caro darlan, eu, relapsa, omissa e inadimplente, só agora, que janeiro vai em meio, estou vendo este slide e me penitencio e, não mais, pq já nos falamos no multiply! ;)

    vc é, deveras, uma figuraça! :)))))

    beijos
    ******
    Minha querida LI,

    este "omissa, relapsa e inadimplente" vai dar samba - sem choro.

    Obrigado, figura ímpar do Rio do Brasil.
    Darlan

    ResponderExcluir

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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha