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FILHA DO TER, A SUPERSTIÇÃO AVANÇA






















Novamente tenho um texto meu publicado por esta revista eletrônica, a qual, desde o primeiro número, merece o apreço de muita gente mundo afora (tomei conhecimento dela a partir do número dois). Ela é aberta a qualquer pessoa dos países de língua portuguesa, bem como aos naturais da Espanha e da Argentina. Trata, desde o início, de literatura - poesia e micronarrativa -, mas alargou-se de forma a aceitar fotografias. É uma excelente publicação, onde se pode encontrar bons textos e imagens. Várias vezes dei notícia dela aqui no PALIAVANA4 e noutras páginas minhas.
Darlan
*****
REVISTA MINGUANTE, nº 13>>>>> Meu texto:
http://minguante.com/?num=13&textos=darlan_cunha

Comentários

  1. Olá meu amigo.Sempre dou uma espiada neste B.B.B.de Minas.Hoje matei saudade de novo, gostei de tudo.Até fui na "minguante " ver o execelente texto, de um artista culto. Parabens !
    Abraços.

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  2. Caro DONINI.
    novamente obrigado pelas palavras generosas. É desnecessário dizer que a Casa é sua. Abraço.
    Darlan

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calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  
foi uma sensação sem punhos, sem lábios, indício algum de ter existido Quando será que na ocidental sociedade (porque nas outras sociedades, parece, este é um caso perdido, sim, pois nos fazem vê-las, a elas, como casos perdidos. Há sociedades em que as mulheres não têm nem mesmo um nome), repito : quando será que as mulheres não perderão seu nome de solteira após casarem-se - a não ser que o queiram perder, por livre e espontânea vontade, e não pelo arraigado costume de se reconhecer mais esta submissão a que foram e ainda são submetidas perante os homens, costume este que continua roendo-lhes os dias e vazando-lhes as noites ? (DMC) ****** Poema de Astrid Cabral (1936- , Brasil) O FOGO Juntos urdimos a noite mais seu manto de trevas quando as paredes recuam discretas em horizontes de além-cama e num espaço de altiplano rolamos nossos corpos bravios de animais sem coleira e juntos acendemos o dia em cachoeiras de luz com as centelhas que nós seres primitivos forjamos com a pedra las...