Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha
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ResponderExcluirEra este texto? Ah que bom lê-lo. Traduziu muito do meu sentimento por ela.
ResponderExcluirObrigada, Darlan. Muito.
Beijos,
Silvia
PS: no anterior fiz um erro, perdoe.
Não tem naa, não cara SÍLVIA.
ResponderExcluirAbraço.
Darlan