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mapa de nada, in ou out, dia & noite, nada de mapa

VIDROS GRITAM NA MANHÃ GRIS DO LESTE

FOGOS ESTEREÓTIPOS, 1

na índia, comer não é importante; nem mesmo vegetar.

os hindus sempre reforçam em mim a distância de 180º (a menos incompleta das distâncias) pelas asperezas do branco passando assim por sua vida toda ela em branco, jardim de cinzas, subjugados a deuses e deusas multiplicados para além-lá do absurdo (revejo os tipos psicológicos), pelos tropassos da casta bhil delineando manhãs que na índia não há, brâmanes inculcando o mando e a crença, janistas subjugados às suas mínimas ou minimalistas formas de interpretação da vida (a interpretação dos sonhos, ou será melhor dizer fabricação do real e fabricação da loucura ?), seus templos dedicados ao rato, fiquem lá com seus ecos ruminantes e seus espectros milenários, ossadas futuristas servindo de adesivo a ocidentais parasitas ou borboletas deslumbradas. comunicar também é isso, e o outro lado da índia sobe na pressa ao entrar nos porões e portais da tela, mas não serão surfistas a vasculhar a casa, não, serão de outra estirpe sobre os comedores de baratas os dias.

na índia, comer não importa; nem vegetar.

DMC
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Tela: Mapa de Carne. MIQUEL BARCELÓ.

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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

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<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha