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DAS PERDAS,













SÓ SABER QUE EXISTEM - INCLUSIVE O CÉU. (DMC)
*****

BOBAGEM
(Maria do Céu Whitaker Poças)

Minha beleza não é efêmera
Como que eu vejo em bancas por aí
Minha natureza é mais que estampa
É um belo samba
Que ainda está por vir
Bobagem pouca
- besteira
Recíproca Nula
- A gente espera
Mero incidente
- Corriqueiro
Ser mulher
- A vida inteira

Minha beleza não é efêmera
Como que eu vejo em bancas por aí
Minha natureza é mais que estampa
É um belo samba
Que ainda está por vir

É um belo samba
Que ainda está por vir
*****
Esta garota tem uma visão bem acessível da vida, suas letras não deturpam o cotidiano, nada esfolham, sem serem cruas, menos ainda banais. Sua linha melódica é serena, nada tendo de espalhafato.
(DMC)
*****
Mais CÉU:

1.http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL24794-7085,00.html

2.http://www.gafieiras.com.br/Display.php?Area=Noticias&SubArea=Noticias&ID=843&Month=11&Year=2005&css=

3.http://www.artistdirect.com/nad/store/artist/album/0,,4090815,00.html

4.letras: http://vagalume.uol.com.br/ceu/

5.ouvir: http://aeiouar.multiply.com/music/item/20

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alto & baixo

Barreiro - BELO HORIZONTE, MG * Todos fogem, querem mudança em sua mesmice, novos degraus com textos e tetos, de um modo ou de outro, sentem que a vida é minuto, frutas murcham depressa, animais logo estão cada vez mais sisudos e mal-humorados, e assim chegam às monstrópoles, às suicidades. * Darlan M Cunha  

calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha