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Casa do ALEIJADINHO, em SABARÁ, MG, BRASIL
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Tristezas no íntimo do palhaço,
não no seu nariz vermelho,
pois ele se sabe corte sem sutura
num palco só luzes e cruzes
eis o sonho
porque as crianças querem rir
de quem pouco ri consigo mesmo,
indo pouco a esse êxtase
o palhaço gasta sua alegria
no esforço de sanar 
o que a todos esmaece, noite e dia.
Senhoras e Senhores,o palhaço
parece não querer aposentadoria.


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alto & baixo

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calmaria

  Uma calmaria aparente dentro da aldeia, sobre ela uma zanga de nuvens - mas não se deve levar nuvens a sério, por inconstantes - sina - e levianas feito dunas e seixos escorrendo e escorregando daqui pra lá, de lá para além-lá, feito gente nos seus melhores e piores dedos, entraves, momentos, encontros e despedidas. Um gotejo aqui e ali, mas outro tipo de gotejo num lugar da casa vai trazendo à cena o verso do português Eugênio de Andrade (Prêmio Camões 2001), decifrando a lágrima: " a breve arquitetura do choro ." Darlan M Cunha

<ímã>

A aldeia tem suas travas, e também seus vasos comunicantes, ou veias, a aldeia pulsa igual e diferente todos os dias, igual e diferente, atraindo todos os graus da vontade consciente e da curiosidade, as aldeias transformaram-se em monstrópoles e suicidades, e porque vieram para ficar, elas verão o fim do mundo. Darlan M Cunha